Meus posts mais lidos em 2016

O melhor de 2016. Balanço do blog”Leveza & Esperança”.

Leveza e Esperança

Leitores amigos de Leveza & Esperança:

Olá! As veredas da leitura e da reflexão. É o que posso dizer sobre meu persistente trabalho aqui no blog. Um exercício pessoal que vai ganhando adeptos, sem nunca ceder à mesmice e ao mainstream editorial – estou mais interessado naqueles “talvez uns dois em mil” leitores de que nos fala o poema de  Wislawa SZYMBORSKA
(1923-2012).

Alguns gostam de poesia

Alguns –

ou seja nem todos.

Nem mesmo a maioria de todos, mas a minoria.
Sem contar a escola onde é obrigatório
e os próprios poetas
seriam talvez uns dois em mil.

Sim, dois em mil. Não milhões, tampouco half a million –  como parece imperar nos sites e portais atuais aqui você e eu (dois em mil) podemos nos deleitar com temas que não passam na web massiva; notadamente temas como Literatura e Fé, catolicismo, poesia e crítica literária. Essas reflexões sobre…

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Livros 2016

Livros 2016.

Leveza e Esperança

Uma pequena e valiosa lista no painel dos leitores do Opção Cultural.livros-do-ano-2016_opcao

São sete livros apenas, comentados em no máximo 10 linhas, revelando que nem sempre o lançamento do ano em curso é o que atrai o leitor seletivo. Se me incluo aí na lista, comentando um belo livro lançado em 2016, não o faço como auto-elogio, mas cumprindo a obrigação de agregador e incentivador da arte de ler.

Esperamos motivar mais leitores inteligentes a fazer parte da lista 2017… Infelizmente, lê-se pouco hoje; lê-se menos e de forma apressada; substitui-se a leitura pelas séries de TV, pela leitura de fofocas e noticiário via web. Perdem com esses novos hábitos a literatura e o leitor (potencial) que se deixa atrair pelos modismos.

Insisto em ler e em aperfeiçoar o hábito da leitura. Delego à tv aberta – próximo a 0,01% do meu tempo; séries e tv fechadas – só depois de muita escolha!…

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Poema de Natal

Poema de Natal, por Adalberto Queiroz.

Leveza e Esperança

Natal, 2016.

Vendo piscantes luzes à vitrine exposta,
à véspera do Natal de Jesus; em mim
acende-se este mortal desgosto
do falso brilho emanado dessa luz.

Não há nesses presentes ouro, incenso e mirra.
Sábios presentes de dois mil anos de bom gosto;
antes fossem mimos que compõem eterno hino.

Agora, entanto, não há senão mercadoria
n’alma do infante extasiada e fria –
que marca pra sempre a criança inerte.

Há múltiplos bens – todos vazios:
busca-se pagar o que de Graça teríamos –
a vida e a alegria do Jesus Menino.

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*Draft de poema inédito em livro.

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