Destino palavra

Poesia em exposição. “Destino palavra”. “Se o poeta tiver a possibilidade de expandir os horizontes, não lhe perdoaremos que se limite à estreiteza. Para que seu destino se cumpra, é necessário viajar. Pôr os pés na estrada com ousadia, desvendando os mistérios do caminho, descobrindo em cada porto o amor e a solidão, em cada estadia os sabores variados da realidade, e tudo fruindo, transformar posteriormente em discurso poético. Eis o espírito que atravessa a obra Destino Palavra, do poeta goiano Adalberto de Queiroz. Na peregrinação que permeia as páginas do livro, Queiroz revisita os tempos de infância, evocando o menino-poeta que, então, somente poderia ansiar as terras distantes a que se arrojaria no futuro.” (cf. Gabriel Viviani, Dimensões da viagem em Destino palavra, de Adalberto de Queiroz.

Leveza e Esperança

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Queres ler o quê?

D´A cinza do purgatório ao século xxi, Carpeaux acha o termo médio de como amar o “barbado bárbaro” Dostoiévski.

Leveza e Esperança

DOSTOIÉVSKI (1)

Existem poucos escritores cuja obra tenha sido tão tenazmente mal compreendida como a de Dostoiévski. Dostoiévski é, se não o maior, decerto o mais poderoso escritor do século XIX; ou do século XX, pois a sua obra constitui o marco entre dois séculos da literatura. Literariamente, tudo o que é pré-dostoievskiano é  pré-histórico; ninguém escapa à sua influência subjugadora, nem sequer os mais contrários. Parece, porém, que toda a Europa tenta resistir-lhe, instintivamente e obstinadamente; e como esse bárbaro barbado, com a face sulcada de sofrimentos, parece irresistível, os europeus entrincheiram-se, ao menos, num baluarte de interpretações erradas.

O texto acima abre o artigo “Ensaios de interpretação dostoievskiana” em “A cinza do purgatório”, do crítico austro-brasileiro Otto Maria Carpeaux. A análise do pensamento político do escritor russo, feita por Carpeaux dá conta do que o analista chama de “interpretações erradas” diante da rica produção…

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Lúcio Cardoso, poeta!

Lúcio Cardoso (1912-1968)

Leveza e Esperança

É preciso romper o silêncio que se instaura em torno de alguns escritores, é preciso revelar o que foi “injustamente deslembrado da memória editorial do mercado brasileiro“, conforme Ésio Macedo Ribeiro no ensaio “Introdução à poesia completa de Lúcio Cardoso” (vide capa abaixo).

Ésio Ribeiro já havia publicado (e sido premiado pela Academia Mineira de Letras), em 2004,  O RISO ESCURO OU O PAVÃO DE LUTO: Um Percurso pela Poesia de Lúcio Cardoso… Amostra em Google Livros.

HOJE, 04/07, dia da Festa de Santa Isabel de Portugal, saiu meu artigo –  que intitulei de uma mini resenha de um “baita livro”. Clique na figura abaixo para ler o artigo na íntegra em Terça Poética do Opção Cultural.

O católico poeta, ficcionista, artista Lúcio Cardoso deixa-se ver em sua alma pura e atormentada. Octávio de Faria, outro romancista e grande esquecido, já o sabia e via na poesia…

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Florbela Espanca

Flor Bela d´Alma da Conceição ou: Florbela Espanca – poetisa portuguesa.

Leveza e Esperança

Nascida Flor Bela d’Alma da Conceição, em 8 de dezembro de 1894, faleceu em 1930 (curiosamente no mesmo 8/12).
Florbela Espanca
Viveu vida complicada,  relacionamentos idem; poesia emocional e fruto de sua existência conturbada.
Adorada em Portugal, a poetisa é também reconhecida no Brasil como tendo escrito poesia de qualidade.
Saiba mais sobre a poetisa neste link.
E ouça os poemas falados, clicando no link do meu SoundCloud do Beto.

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Magia magiar

Nelson Ascher e a poesia húngara do séc. xx.

Leveza e Esperança

Em Magia Magiar, posfácio a Canção Antes da Ceifa (1990), Nelson Ascher diz:

Em 1973 eu tinha 15 anos e Petöfi 150. Ou melhor: a Hungria, terra natal de meus pais – os Ascher, ao que consta, chegaram àquele país no séc. 17 ou 18, oriundos, com escalas nos Países Baixos e na Boêmia, da Península ibérica -, comemorava os 150 anos do nascimento de seu poeta nacional – uma figura emblemática do século passado, a do poeta nacional, e particularmente exaltada naquele canto do mundo -, Sándor Petöfi, nascido em 1823 e desaparecido em batalha em 1849, quando sua pátria perdia para os russos a guerra de independência que começara a mover no ano anterior com os Habsburgos. Um almanaque húngaro que meus avós recebiam anualmente ecoava as comemorações reproduzindo na capa um retrato impressionante do poeta e apresentando alguns de seus poemas mais famosos, entre eles…

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Comunicação no I Colóquio de Poesia Goiana, 2017

I Colóquio de Poesia Goiana (UFG, JUN/2017).

Leveza e Esperança

Mesa da Nova Poesia ColoquioI Colóquio de Poesia UFG,  12 de Junho de 2017 – participação na Mesa coordenada pelo poeta Miguel Jubé, doutorando em Letras pela UFG; tema: “A nova poesia em Goiás”. Participação minha com os poetas Edmar Guimarães, Fabrício Clemente e a poetisa Dheyne de Souza.


Boa tarde!

Concordando com o escritor britânico Gilbert Keith Chesterton que: “a prova de toda felicidade é a gratidão” – gostaria que minha primeira palavra aqui fosse de gratidão. À professora doutora Goiandira Ortiz, e à equipe organizadora deste colóquio, ao professor e poeta doutor Jamesson Buarque, pela acolhida sempre fraterna e a comunhão da poesia – na admiração e no respeito mútuo – o que se estende ao coordenador desta mesa, poeta-amigo Miguel Jubé.
Pois bem, “Colóquio” – venho a descobrir, eu que nunca havia participado de um anteriormente – , que nada tem de coloquial – “ o colóquio é um espaço de…

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Poesia falada

Poemas de amor (projeto 100 Poemas essenciais). Narrado por Adalberto de Queiroz; técnico de som e montagem – Roberval Silva, Rádio 730-AM Goiânia (GO). Clique para ouvir, aqui!

Leveza e Esperança

CONTINUAÇÃO do projeto – agora com poemas de amor (1).
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Poemas lidos nesta versão:

Poeminha Amoroso – Cora Coralina

Este é um poema de amor
tão meigo, tão terno, tão teu…
É uma oferenda aos teus momentos
de luta e de brisa e de céu…

E eu,
quero te servir a poesia
numa concha azul do mar
ou numa cesta de flores do campo.

Talvez tu possas entender o meu amor.
Mas se isso não acontecer,
não importa.

Já está declarado e estampado
nas linhas e entrelinhas
deste pequeno poema,
o verso;
o tão famoso e inesperado verso que
te deixará pasmo, surpreso, perplexo…
eu te amo, perdoa-me, eu te amo…

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As sem razões do amor  Carlos Drummond de Andrade

Eu te amo porque te amo.
Não precisas ser amante,

E nem sempre sabes sê-lo.

Eu te amo porque te amo.
Amor é estado de graça
E…

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“As dimensões da viagem…” – sobre Destino Palavra (poesia)

As dimensões da viagem em “Destino palavra”, do poeta goiano Adalberto de Queiroz.

Leveza e Esperança

Gabriel Santamaria, romancista e poeta com cinco livros publicados e inúmeros artigos em mídias sociais, apresenta sua visão crítica da leitura de meu livro “Destino Palavra”.

DestinoPalavraMenor
Fico muito feliz em compartilhar este artigo com os meus amigos do blog “Leveza & Esperança”, expressando minha gratidão ao autor de “O Evangelho dos Loucos”.

Ementa do artigo de Gabriel Santamaria sobre Destino Palavra Início do artigo, clique sobre a imagem para continuar lendo…*

*Clique sobre a imagem acima para continuar lendo o artigo “As dimensões da Viagem em Adalberto de Queiroz”, por Gabriel Santamaria.

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Ao nosso amor…

Ao nosso amor, poema de Beto Queiroz

Leveza e Esperança

                              Ao nosso amor_Poema Beto.png             à Helenir Queiroz.

Nada importa menos ao nosso amor
que a ingênua rima em flor – rosa nomeada.
Pouco importa, ainda que um soneto –
pouco importa a forma exata, a rima
ao nosso amor pouco importa.

Nada importa, amor, se lhe dou forma
no leito, em lugar e fora de hora
se cedo ou tarde, não importa,
se madrugada clara ou à nona hora.

Nada importa menos ao nosso amor
o tempo que sem cessar conforma
o outro ao desalento, ao desamor –
ao nosso amor pouco importa.

Ao nosso amor nada importa

menos. Pois, sem cessar, ele se conforma
ao leito como o rio ao que a chuva forma.

Ao nosso amor pouco importa o som
dos outros, a balbúrdia, bailado ou alaúde
pois a todos ele…

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